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28 de ago. de 2007

Porque as pessoas gritam

Um dia um sábio perguntou aos seus discípulos o seguinte:
-Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos:
- Porque perdemos a calma - disse um deles - por isso gritamos.
- Mas, porque gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? - perguntou o sábio - Não é possível falar-lhe em voz baixa?Porque gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas mas nenhuma delas satisfazia o sábio.
Finalmente ele explicou: Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância.
Em seguida o sábio perguntou: - O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não se gritam mas sim se falam suavemente, porquê? Seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
E continuou...
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então o sábio concluiu: - QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM E NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS. CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÂNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA...

O verdadeiro bobo

Conta- se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se
divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de
pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde
se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de 400
réis e outra menor, de 2000 réis. Ele sempre escolhia a maior e menos
valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não
havia percebido que a moeda maior valia menos. "Eu sei" - respondeu o não
tão tolo assim - "ela vale 5 vezes menos, mas no dia que eu escolher a
outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode- se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.!
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta:
Quais eram os verdadeiros tolos da história ?
Outra : se você for ganancioso, acaba
estragando sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu
ver, é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma
boa opinião ao nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam
de nós, mas o que realmente somos."

(Autor desconhecido)

27 de ago. de 2007

Prove e veja

"Prove e veja que o Senhor é bom. Feliz é o homem que nEle se refugia"
(Salmo 34:8)


"Na Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Batista". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um picnic no gramado.
Sempre, no "Dia Batista", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico. Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich.
Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia provando que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos. Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta. Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório. "Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta" ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer.
"Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito
simples... CRUNCH, MUNCH... Eu nunca li tantos livros como o senhor
leu...CRUNCH, MUNCH... e
também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH...
Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... CRUNCH, MUNCH..." e ele acabou
de comer a maçã.
"Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de
comer... estava doce ou azeda?"
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso:
"Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não
provei a sua maçã."
O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
"O senhor também nunca provou do meu Jesus, Como pode afirmar o que está dizendo?"
Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter.
O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a platéia e rapidamente deixou o palco."

Você já provou Jesus????

A única maneira de ter amigos é ser amigo. (Emerson)

Não existe liberdade absoluta. (A. Neill)

A educação não cria o gênio, mas oferece-lhe, por vezes, oportunidade para se revelar. (Leoni Kaseff)

A verdade é doce e amarga. Quando é doce, perdoa; quando é amarga, cura.
(Sto Agostinho)

O grande homem é aquele que não perdeu o seu coração de criança. (Mencius)

Os homens mais notáveis foram educados sobre joelhos de suas mães. (Bousset)

Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.
(Luís Fernando Veríssimo)

A humildade é o fundamento de todas as virtudes.
(Sto Agostinho)

O amor não se define, sente-se. (Sêneca)

As inveções são sobre tudo os resultados de um trabalho contínuo. (Santos Dumont)

Os golpes da adversidade são terrivelmente amargos, mas nunca estéreis. (Ernest Renan)

Um espírito leviano esquece, um coração generoso perdoa. (Voltaire)

O que mais vale na vida é dar um pouco de felicidade à vida dos outros. (Baden Powell)

O anel de ouro, o vestido de festa, o banquete, são para as almas que regressam. (Juliem Green)

O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade. (Voltaire)

P A Z

Era uma vez um rei que ofereceu um prêmio ao artista que
pintasse o melhor quadro que representasse a paz.
Muitos artistas tentaram.
O rei olhou todos os quadros, mas apenas gostou mesmo
de dois, e teve de escolher entre ambos.

Um quadro retratava um lago sereno.
O lago era um espelho perfeito das altas e pacíficas
montanhas a sua volta, encimado por um céu azul
com nuvens brancas como algodão.
Todos os que viram este quadro acharam que
ele era um perfeito retrato da paz
O outro quadro também tinha montanhas.
Mas eram escarpadas e calvas.
Acima havia um céu ameaçador do qual caía chuva,
e no qual brincavam relâmpagos.
Da encosta da montanha caía uma cachoeira espumante.
Não parecia nada pacífica....
Mas quando o rei olhou, ele viu ao lado da cachoeira
um pequeno arbusto crescendo numa fenda da rocha.
No arbusto uma mãe pássaro havia feito seu ninho.
Lá, no meio da turbulência da água feroz, se instalara a
mãe pássaro em seu ninho em perfeita paz.

Qual pintura você acha que ganhou o prêmio?

O rei escolheu a segunda
Sabe por que?

"Porque," explicou o rei, "paz não significa estar num lugar
onde não há barulho, problemas ou trabalho duro.
Paz significa estar no meio disso tudo e ainda estar
calmo no seu coração.
Este é o significado real da paz.
Ser Inteiro

Para ser grande, sê inteiro: nada

Teu exagera ou exclui

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és

No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda

Brilha, porque alta vive.


Fernando Pessoa, poeta português.


25 de ago. de 2007


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O Senhor
é bom para aqueles que o procuram. Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela havia parado. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. O esforço é justamente o que precisamos em nossa vida para progredir. Deus lhe abençoe!